Ansiedade como fator de risco para doenças cardiovasculares

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Especialista da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul (SOCERGS) explora os impactos do estresse e da ansiedade na saúde cardiovascular

O impacto da ansiedade na saúde cardiovascular tem se tornado um tema crescente entre especialistas, devido à sua capacidade de agravar e até desencadear problemas cardíacos, especialmente em pacientes com histórico de doenças no coração. Crises de ansiedade podem acelerar os batimentos cardíacos, elevar a pressão arterial e, em casos graves, até simular sintomas de infarto.

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Conforme o vice-presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul (SOCERGS), Dr. André Galvão, a ansiedade pode atuar tanto como um fator desencadeante quanto como um agravante de problemas cardíacos, principalmente em pacientes com histórico cardiovascular.

“A pressão emocional constante afeta diretamente o funcionamento do coração, podendo ocasionar episódios de arritmia e aumentar os riscos de complicações mais graves”, afirma André Luís Câmara Galvão, vice-presidente da SOCERGS.

Estudos científicos recentes demonstram que o estresse emocional pode provocar respostas fisiológicas no corpo, como o aumento da liberação de hormônios que causam elevações na pressão arterial e aumento da frequência cardíaca. A conexão entre a ansiedade e problemas cardíacos exige, portanto, uma abordagem preventiva eficaz.

O tratamento de pacientes com ansiedade e doenças cardiovasculares pode envolver uma abordagem multidisciplinar, que inclui cardiologistas, psiquiatras e psicólogos. O tratamento do estresse e da ansiedade também pode envolver intervenções psicoterapêuticas, como terapia cognitivo-comportamental, além de possíveis tratamentos farmacológicos.

*Redação: Marcelo Matusiak / Divulgação

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