Com índice de 5,27%, operadora registrou um cenário positivo de eficiência e previsibilidade em um momento de alta nos custos de saúde
A Sami, plano de saúde que une o cuidado do médico pessoal à praticidade digital, acaba de anunciar o menor reajuste anual de sua trajetória: 5,27%. O índice marca um momento de consolidação do modelo sustentável da healthtech, que acontece ao mesmo tempo em que a inflação médica projetada para o Brasil em 2026 é de 11%. Com o resultado, a operadora comprova que a união entre tecnologia e vínculo médico é o caminho para um sistema de saúde mais equilibrado a longo prazo.
Para alcançar este índice em 2026, a companhia apostou na coordenação da experiência do cliente para minimizar desperdícios. Enquanto o sistema tradicional muitas vezes impõe uma jornada fragmentada, com idas e vindas entre especialistas e exames repetidos, a Sami foca no médico pessoal como guia central. Este modelo permite resolver 80% das queixas diretamente com a equipe médica interna, garantindo que o histórico de saúde do membro esteja sempre centralizado e que o sistema seja utilizado de forma inteligente.
Outro pilar fundamental para este resultado é o uso de dados para simplificar o cuidado. A tecnologia da Sami facilita o acesso e possibilita uma economia real não apenas financeira, mas de tempo para os membros. No último ano, o uso do Pronto-Socorro Online cresceu 40%, com o tempo médio de espera de até 1 minuto para o primeiro contato com a equipe médica. Ao realizar mais de 90% dos atendimentos de forma digital, a operadora conseguiu ajustar a jornada para urgências leves, reduzindo custos que, no modelo convencional, representam peso financeiro desnecessário (e reajuste alto) para as empresas.
“A estratégia reduz custos relacionados a atendimentos de urgência de baixa complexidade, considerados um dos principais focos de ineficiência do sistema tradicional de saúde. O índice de atendimentos digitais contrasta com o modelo predominante no setor, ainda concentrado em estruturas presenciais que em muitos casos não são necessárias, são menos eficientes, menos convenientes para o paciente e mais caras. Mas ainda assim, quando é preciso atendimento presencial, os membros sempre têm acesso ao seu médico pessoal para guiá-lo do melhor caminho para acessar”, afirma o presidente da Sami, Vitor Asseituno. Hoje a operadora trabalha com 4 clínicas próprias para atendimento presencial e centenas de parceiros na Grande São Paulo. O executivo ainda complementa sobre o modelo: “o nosso resultado mostra que é possível oferecer um cuidado melhor gastando menos. Quando o médico conhece o paciente e usa dados para prever riscos, eliminamos o desperdício e repassamos os ganhos para os membros, como fizemos agora com esse reajuste bem abaixo da média do setor”.
A estratégia preventiva também foi decisiva. Além do monitoramento individual de saúde, a Sami investe em iniciativas de bem-estar. Dados da operadora mostram que membros que utilizam plataformas parceiras de atividade física (como o Wellhub, antigo Gympass) apresentam uma sinistralidade menor.
A tecnologia também foi aliada para elevar o padrão de consistência na jornada do paciente. Além de auxiliar e resolver burocracias, a tecnologia atua para identificar padrões de saúde e garantir que cada indicação clínica seja a mais adequada para o caso. Isso assegura o cuidado certo na hora certa e elimina ineficiências, consolidando um modelo de saúde onde a transparência e a melhor conduta médica são a regra para todos os atendimentos.
“Estamos crescendo em um cenário de grande pressão sobre as operadoras para equilibrar qualidade e sustentabilidade financeira. O que a Sami prova é que, ao apostar na coordenação do cuidado e na digitalização, é possível ganhar escala sem perder o lado humano. Nosso modelo centrado no vínculo médico e no acompanhamento contínuo não é apenas uma escolha técnica, é um movimento que acompanha uma mudança definitiva na forma como o brasileiro quer e precisa acessar a saúde”, finaliza Asseituno.

