Amazônia industrial: modelo da Zona Franca encerra 2025 com crescimento e mira 2026 ainda mais forte

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Polo Industrial de Manaus confirma força econômica e consolida papel estratégico para o Brasil

A FGV (Fundação Getulio Vargas), por meio da FGV EESP (Escola de Economia de São Paulo), realizou o último episódio de 2025 da série Diálogos Amazônicos, consolidando cinco anos de debates estratégicos sobre desenvolvimento econômico, indústria e sustentabilidade na Amazônia brasileira. O encontro reuniu importantes lideranças empresariais para um balanço do ano e análise das perspectivas para 2026, em um cenário de grandes desafios e oportunidades para a economia nacional.

Participaram do debate Luiz Augusto Rocha, presidente do Conselho de Administração do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM) e Jorge Nascimento Júnior, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros). A moderação foi conduzida por Márcio Holland, professor de Políticas Públicas da FGV EESP e colunista do Broadcast/Agência Estado.

Durante o webinar, Luiz Augusto Rocha destacou o desempenho expressivo do Polo Industrial de Manaus (PIM) em 2025, impulsionado pela segurança jurídica trazida pela reforma tributária e pelo fortalecimento da indústria como vetor de desenvolvimento regional. Segundo ele, o faturamento do polo deve registrar crescimento superior a 5% em dólares neste ano, reforçando a competitividade do modelo amazônico.

“A vocação do Amazonas é a indústria. O Polo Industrial de Manaus mostra que é possível conciliar crescimento econômico, geração de emprego e preservação ambiental. A Zona Franca é hoje a principal barreira econômica contra o desmatamento e um modelo de política pública que trouxe muito êxito para o Brasil”, afirmou o executivo.

Ele também ressaltou o papel estratégico da indústria da Amazônia na redução das desigualdades regionais, na geração de empregos formais e na preservação de mais de 97% da floresta no estado do Amazonas. “Não existe preservação ambiental sem emprego e renda. É o contracheque que garante a floresta em pé”, completou.

O episódio de encerramento reforçou a importância da indústria como pilar do desenvolvimento sustentável da região e apontou 2026 como um ano de oportunidades, com expectativa de novos investimentos, avanço da inovação tecnológica e fortalecimento da agenda ESG na Amazônia.

“A indústria instalada na Amazônia serve ao Brasil: promove estabilidade econômica, reduz desigualdades, preserva o meio ambiente e contribui para o reposicionamento do país no cenário global”, concluiu Luiz Augusto Rocha.

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