Boris Ber, Newton Queiroz e Regina Lacerda debatem “o mercado de seguros para o consumidor”

Boris Ber, Newton Queiroz e Regina Lacerda debatem "o mercado de seguros para o consumidor" / Arquivo / Universo do Seguro
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Painel especial foi promovido durante o lançamento oficial do portal Universo do Seguro, nesta quarta (16)

A tarde desta quarta-feira (16) foi mais do que especial para o mercado brasileiro de seguros. Na ocasião, o jornalista e apresentador William Anthony deu início oficial às atividades do portal Universo do Seguro – a primeira newstech do mercado segurador do Brasil.

“Este conceito de newstech é inédito porque surge da combinação de conhecimentos em tecnologia com a expertise e a paixão que tenho pelo Jornalismo. Agora, estamos ampliando nosso time e contando com o apoio de nossos parceiros de negócios para cumprirmos a missão de fazer com que os brasileiros despertem para a importância de se ter um seguro, uma previdência ou uma capitalização, por exemplo”, revelou o CEO do Universo do Seguro.

O painel contou com a participação de Boris Ber (presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo – SINCOR SP), Newton Queiroz (CEO da Europ Assistance Brasil) e Regina Lacerda (presidente do Clube de Executivas de Seguros de Brasília – CESB).

Papel da Comunicação e da Informação

Durante o painel, as lideranças do setor de seguros evidenciaram a importância da Comunicação e da Informação para disseminar a cultura da educação financeira, da proteção securitária e dos benefícios do ecossistema segurador. “Com muita honra, herdei o ‘Programa Seguro’ (TV Gazeta) do Leôncio de Arruda, justamente na missão de levar a indústria do seguro para mais pessoas. Levar conhecimento do seguro para o mercado e para fora do mercado, para a imprensa de economia, para a imprensa em geral e para o consumidor final. Ações internas não serão suficientes e o corretor consegue levar o seguro para todos os cantos do Brasil. Temos muito a fazer”, comentou Boris Ber, presidente do SINCOR SP, ao citar os segmentos de seguros que ainda precisam ser desenvolvidos em território brasileiro.

Regina Lacerda lembrou que há 33 anos, quando ingressou no mercado de seguros, ainda não existiam propagandas sobre seguros – assim como as redes sociais. “A informação tem um papel importantíssimo para fazer chegar ao consumidor tudo sobre os produtos e soluções. As companhias precisam usar seu marketing de forma mais criativa e assessível”, complementou.

A líder do CESB ainda citou recente pesquisa da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), que demonstrou a baixa penetração de outros ramos de seguros – além do Automóvel. “68% das pessoas entrevistadas não tinha uma proteção para a vida, 33% não conhecem Seguro de Vida, 32% não sabiam o que era uma Assistência Funeral, 67% não conheciam o Seguro Viagem, e assim por diante”, completou Regina ao reforçar a relevância da comunicação na missão de ampliar o conhecimento e a base de segurados em território nacional.

Já Newton Queiroz reiterou o papel da comunicação – desde o boca a boca até a tecnologia – para apresentar os benefícios e coberturas. “Precisamos de produtos mais simples, mais diretos e sem dúvidas para o consumidor. O corretor é o defensor do cliente final e temos um enorme número de pessoas que não sabem que precisam e que podem contratar o seguro”, mencionou o CEO da Europ Assistance Brasil.

Importância dos Benefícios do Seguro

Os três convidados classificaram como “primordial” o desenvolvimento da cultura do seguro no Brasil para além do tradicional Seguro de Automóvel. “Muitos perderam pessoas na pandemia e a realidade do seguro se mostrou presente de forma nunca antes vista”, disse Regina.

“Acredito no lançamento de novos produtos. A pandemia, por exemplo, trouxe uma série de oportunidades para demonstrar que é importante para o segurado estar tranquilo”, avaliou Boris. “Os colaboradores de nossas corretoras também precisam estar preparados para o consumidor – que quer mais facilidades e menos burocracia”, completou.

Na avaliação do CEO da Europ Assistance, Newton Queiroz, o mercado de seguros soube identificar oportunidades – mesmo diante da crise. “Sempre fomos um mercado muito conservador, por sua própria característica. Mas avançamos dez anos em dois e muitas coisas se tornaram realidade. Não podemos perder essa pegada, para melhorar a indústria seguradora através da capacitação dos profissionais”, argumentou o executivo.

Projeção para o Mercado Segurador em 2023

Ao analisar o panorama geral do setor de seguros, Newton finalizou o bate-papo com projeções otimistas para o desenvolvimento da indústria brasileira. “Precisamos avançar na simplificação dos produtos e em uma melhor compreensão de seus benefícios por parte do consumidor, para que ele perceba o custo-benefício de contar com essa tranquilidade”, concluiu ao citar características específicas de soluções – como o Seguro Viagem – que pode ser utilizado até mesmo em viagens domésticas.

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