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CEO da RM7 Seguros, Rosane Mota revela como se proteger das fraudes na Black Friday

Rosane Mota, CEO da RM7 Seguros / Foto: Divulgação Rosane Mota, CEO da RM7 Seguros / Foto: Divulgação
Rosane Mota, CEO da RM7 Seguros / Foto: Divulgação

A temporada de ofertas mais agressiva do ano também é o campeonato anual dos golpistas. Phishing em WhatsApp e e-mail, sites falsos, QR Codes/PIX maliciosos, boletos adulterados e “marketplaces” clonados estão entre as fraudes que mais crescem durante a Black Friday. A CEO da RM7 Seguros, Rosane Mota, alerta: “É preciso adotar uma postura crítica e vigilante. Em segundos dá para identificar sinais de risco e evitar prejuízos”.

Golpes mais recorrentes – e o que checar em segundos

Segundo Rosane, as iscas mais comuns repetem um padrão: urgência, preço “bom demais” e pedido de dados sensíveis.

  • Phishing (WhatsApp/e-mail): mensagens que imitam varejistas e bancos para roubar senhas e dados. Cheque: remetente verdadeiro, erros de ortografia, pressão para “confirmar” dados.

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  • Sites falsos: páginas que copiam o layout de marcas conhecidas. Cheque: URL com “https://” e domínio correto; desconfie de links encurtados e promoções absurdas.

  • QR Code/PIX: códigos que redirecionam a contas de terceiros. Cheque: nome/CPF/CNPJ do recebedor antes de confirmar; desconfie de “pague agora para garantir”.

  • Boleto adulterado: linha digitável e beneficiário trocados. Cheque: beneficiário idêntico ao lojista; compare linha digitável com o PDF e, se possível, gere o boleto no app oficial da loja/banco.

  • “Marketplaces” clonados: páginas que simulam a estrutura de grandes plataformas. Cheque: políticas de entrega/devolução reais, CNPJ, canais de atendimento verificados e avaliações consistentes.

Descontos exorbitantes devem acender o alerta. Pesquisar a reputação da loja e conferir dados do boleto e do recebedor no PIX são passos simples que evitam dores de cabeça”, reforça a executiva. Ela lembra que ninguém está imune: “Muito recentemente, uma amiga pagou um boleto falso de valor expressivo. É mais comum do que imaginamos”.

Seguro também é ferramenta de prevenção

Para o consumidor, seguros pessoais podem mitigar perdas ou agilizar a resposta em incidentes:

  • Proteção de cartão e conta: cobre transações não autorizadas, conforme condições da apólice.

  • Identidade digital: monitora uso indevido de dados, apoio em restauração de identidade e crédito.

  • Cyber para pessoa física: assistência em incidentes cibernéticos (invasão, sequestro de dados, golpes online).

  • Seguro de celular: danos e roubo do aparelho – essencial para quem compra e paga pelo smartphone. “Eu mesma tenho seguro de celular e já fui muito bem atendida pela seguradora”, relata Rosane.

O papel do corretor é central: “Cabe a nós explicar limites, franquias e exclusões com clareza, e personalizar coberturas conforme os hábitos do cliente. Essa abordagem consultiva cria um ciclo de confiança e traz novos negócios”.

Pequenos lojistas e e-commerce: o mínimo indispensável na semana de pico

Para quem vende, a semana de Black Friday exige camadas técnicas e disciplina operacional:

  • Antifraude + 3-D Secure: decisões em tempo real e autenticação forte reduzem transações não autorizadas.

  • Políticas de chargeback bem definidas: critérios, prazos e documentação para contestar devoluções indevidas.

  • Validação rigorosa de fornecedores e gateways: só operar com parceiros auditáveis e com histórico confiável.

  • LGPD na prática: minimização de dados, base legal adequada, transparência em coleta e uso, e resposta a incidentes.

  • Treinamento do time de vendas/atendimento: reconhecer padrões de golpe, confirmar dados antes de liberar pedidos e orientar o cliente.

A criatividade dos golpistas está a todo vapor. Quem vende precisa combinar tecnologia, processo e gente preparada – e deixar tudo alinhado à LGPD”, diz a CEO da RM7 Seguros.

Checklist rápido do consumidor (salve antes de comprar)

  1. Desconfie de preço fora da curva e de urgência.

  2. Confira URL (https + domínio correto) e dados do beneficiário no PIX/boletos.

  3. Evite links recebidos por mensagem; entre pelo site/app oficial.

  4. Ative duplo fator de autenticação nos serviços financeiros.

  5. Nunca forneça senhas ou códigos enviados por SMS/WhatsApp.

  6. Guarde comprovantes; em golpe, registre boletim de ocorrência, avise o banco e acione seu corretor.

A Black Friday pode ser aliada do bolso – desde que a segurança dite o ritmo. “Comprar bem é comprar com cuidado. Em poucos segundos, um olhar atento separa a boa oferta do golpe”, finaliza Rosane Mota. Para consumidores e lojistas, a mensagem é a mesma: processo, checagem e parceria com um corretor de confiança fazem toda a diferença.

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