Após o anúncio da reeleição de Ricardo Garrido como presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), a Chapa 2 – “De Corretor para Corretor”, liderada por Jayme Torres Pereira Junior (oposição à diretoria atual), questionou a condução do processo eleitoral da entidade.
11 dos 25 integrantes da Chapa 2 tiveram suas candidaturas impugnadas por falta de contribuição assistencial. “Contribuição assistencial deliberada na assembleia do acordo coletivo de 2025, porém que não consta na ata desta assembleia, restando como única alternativa, judicializar o processo eleitoral para dar o direito a categoria a uma outra opção que não seja a mesma diretoria há 40 anos”, declarou Jayme.
Além disso, outros questionamentos sobre ações do Sincor-RJ e integrantes da diretoria foram mencionados no posicionamento enviado pela chapa encabeçada por Jayme Torres à redação do Universo do Seguro. “Defendemos a necessidade de maior representatividade e alinhamento do Sincor-RJ com as demandas atuais da categoria. Queremos estimular o debate e fortalecer a participação dos corretores nas decisões da entidade”, completou o líder da oposição.
Posicionamento do Sincor-RJ
Em nota divulgada nas redes sociais, o Sincor-RJ destacou que “o corretor associado Jayme Torres Pereira Junior propôs ações judiciais contra o Sincor-RJ com o objetivo de impedir o processo eleitoral de 2026, alegando supostas irregularidades, amplamente divulgadas”.
De acordo com o Sindicato, foram proferidas decisões em duas instâncias do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª região que “reforçam, de maneira clara e inequívoca, não haver qualquer irregularidade no processo eleitoral, e que o Sincor-RJ conduziu e continua conduzindo o processo eleitoral 2026 com absoluta lisura, transparência e observância à legalidade“.
Por fim, o Sincor-RJ informou que “permanece comprometido com a verdade, na busca do interesse dos seus associados, sempre respeitando seus estatutos”.

