Em um país que conviveu com juros elevados e crédito mais restrito ao longo de 2025, o consórcio deixou de ser apenas “alternativa ao financiamento” e passou a ocupar um espaço mais ambicioso: o de ferramenta de planejamento patrimonial. O movimento ganhou tração com recordes sucessivos de adesões e crescimento do volume financeiro do setor. Cenário que ajuda a explicar por que empresas como a Luma Consórcios, sediada no Distrito Federal, têm destacado o produto como uma jornada guiada por consultoria, estratégia de lances e escolha criteriosa de administradoras.
A fotografia mais recente do ambiente macro não deixa dúvidas sobre o apelo do “sem juros”: em 10 de dezembro de 2025, o Banco Central manteve a Selic em 15% ao ano, no maior patamar em muitos anos, reforçando o custo elevado do crédito tradicional.
Mercado em expansão (e com números de peso)
Os indicadores oficiais ajudam a dimensionar o tamanho desse ecossistema. No Panorama do Sistema de Consórcios (data-base dezembro/2024), o Banco Central aponta que o setor encerrou 2024 com R$ 121,8 bilhões em recursos coletados, 4,53 milhões de cotas comercializadas e 11,35 milhões de cotas ativas, além de 131 administradoras ativas naquele momento.
O relatório também traz dados que chamam a atenção de quem acompanha risco e sustentabilidade do modelo: inadimplência de 2,35% no sistema e taxa média de administração de 18,35% nos grupos formados em 2024 (um lembrete prático de que “sem juros” não significa “sem custo”).
Já em 2025, a aceleração se intensificou. Até outubro, a Associação Brasileira de Administradores de Consórcio (ABAC) contabilizou 4,34 milhões de cotas vendidas (alta de 15,7%), com destaque para a pulverização entre segmentos – veículos leves (1,63 milhão), motocicletas (1,22 milhão) e imóveis (1,14 milhão), entre outros.
E no acumulado janeiro–novembro, o setor alcançou R$ 467 bilhões em volume financeiro, impulsionado por 4,78 milhões de cotas, segundo dados da ABAC.
Luma Consórcios apresenta diferenciais
Nesse contexto, a Luma Consórcios se diferencia com uma proposta mais consultiva: “o consórcio ideal que se adapta às suas necessidades e objetivos”, com foco em imóveis, veículos e serviços.
A empresa conta com mais de 35 mil clientes, que seguem a lógica do planejamento financeiro para proteger seus bens e conquistar novas aquisições através consórcio, por exemplo, sem juros e no seu tempo.
O discurso vai além do consumidor final tradicional: a Luma dedica uma seção inteira ao “Perfil Investidor”, defendendo o consórcio como mecanismo de diversificação, poder de compra à vista e crescimento patrimonial, inclusive com o argumento de aquisição de imóveis e veículos “com desconto de mercado” sem comprometer o fluxo de caixa.
Outro ponto central do posicionamento é a estrutura do ecossistema: a Luma se apresenta como consultoria independente, conectando clientes “às melhores administradoras autorizadas pelo Banco Central”.
Estratégias inteligentes
Na prática, o que tem feito o consórcio parecer “mais inteligente” para parte do público é a combinação de previsibilidade de parcelas com mecanismos de antecipação (como lances) e a possibilidade de usar a carta de crédito como instrumento de negociação no mercado. A própria Luma enfatiza itens como oferta de lances, antecipação da conquista e uso da carta como “pagamento a vista”.
A tendência, aliás, é coerente com o crescimento do segmento de imóveis observado no mercado: nos dados da ABAC para 2025 (até outubro), o setor imobiliário aparece como um dos vetores de tração, com avanço relevante em créditos comercializados e vendas, justamente onde o custo do financiamento costuma ser mais sensível ao nível de juros.
Serviço e contato
A Luma Consórcios informa atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h, com operação em Brasília/DF (Núcleo Bandeirante) e canais por telefone/WhatsApp. Telefone/WhatsApp: (61) 3465-3341 • E-mail: contato@lumaconsorcios.com.br.
No fim do dia, o recado do mercado é simples: com o crédito caro, o brasileiro está redescobrindo o valor de comprar com método e a disputa agora não é só por vender cotas, mas por quem consegue entregar curadoria, estratégia e transparência em uma jornada que pode durar anos.
