Decisão do TJ-RJ sobre golpes com boletos acende alerta para consumidores e empresas

Davi Holanda, fundador e CEO do Jota / Foto: Luciano Alves / Divulgação
Davi Holanda, fundador e CEO do Jota / Foto: Luciano Alves / Divulgação

Pensando no risco cotidiano que consumidores e clientes ficam expostos, o Jota desenvolveu funcionalidade que aumenta o controle sobre cobranças via DDA

Boletos falsos e cobranças indevidas deixaram de ser exceção e viraram parte do risco cotidiano de quem paga contas no Brasil. Em meio a esse cenário, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decidiu recentemente rejeitar uma ação que tentava responsabilizar os bancos por fraudes com boletos adulterados, entendendo que se trata de um “fortuito externo”, fora dos sistemas das instituições. Embora, por ora, essa decisão esteja restrita a um processo julgado no Rio de Janeiro, acende um alerta nacional: consumidores e empresas precisam redobrar a atenção, já que  a conta do golpe tende a ficar cada vez mais com o pagador.

“Mesmo com o avanço do Pix, o boleto bancário continua sendo um dos meios de pagamento mais utilizados no Brasil, principalmente para o empreendedor.  Nesse volume e no ritmo acelerado do dia a dia, o golpe do boleto falso encontra espaço para se espalhar: golpistas enviam cobranças indevidas que imitam boletos legítimos, e um simples descuido na conferência das informações já é suficiente para que pessoas físicas e empresas paguem cobranças que não correspondem a uma relação real de consumo. Esse contexto torna ainda mais importante a existência de soluções que ajudem a identificar cobranças suspeitas e a reduzir os riscos”, comenta Davi Holanda, fundador e CEO do Jota, assistente financeiro e pessoal com inteligência artificial conversacional que funciona diretamente no WhatsApp. 

Aliado cada vez mais com as necessidades do usuário Jota desenvolveu uma funcionalidade integrada ao DDA (Débito Direto Autorizado) que permite identificar e ocultar automaticamente boletos emitidos por CNPJs não reconhecidos ou com histórico de baixa confiabilidade. “Nosso propósito é economizar tempo e dinheiro dos clientes, e isso inclui nos antecipar quando identificamos um furo como este onde nosso público fica exposto a tentativas de golpes e pagamentos indevidos”, completa Davi. A solução cria uma camada adicional de organização e prevenção, reduzindo a exposição a cobranças indevidas sem impedir que o cliente visualize ou pague boletos legítimos, caso deseje.

“Mais do que discutir de quem é a responsabilidade, o Jota parte do princípio de agir. Se há uma brecha que expõe o cliente a risco, a gente se antecipa e cria uma solução para reduzir o impacto. Criamos um mecanismo que ajuda o usuário a tomar decisões melhores, com menos ruído e mais segurança no dia a dia financeiro”, finaliza o CEO do Jota.

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