Companhia já reduziu, globalmente, 82% das próprias emissões e trabalha para que 78% de seus fornecedores adotem metas científicas de carbono até 2029
A Experian, empresa multinacional de gestão de informações e dados, tem ampliado o impacto de suas ações climáticas com uma iniciativa que fomenta a rede global de fornecedores em um compromisso conjunto sobre a redução de emissões de carbono. Hoje, 38% dos principais parceiros da companhia já assumiram metas de descarbonização se comprometendo a metrificar e diminuir a emissão de gases que colaboram com o efeito estufa de acordo com os padrões internacionais.
A meta é ambiciosa, pois até 2029, 78% dos gastos da Experian com fornecedores devem ir para empresas que tenham assumido a responsabilidade de estabelecer metas e reportar seus avanços anualmente. Somente no último ano, quase 20% dos fornecedores firmaram esse compromisso. A iniciativa faz parte do Programa Global de Sustentabilidade de Fornecedores, que busca expandir a cultura Sustentabilidade para toda a cadeia de valor da empresa.
“O maior impacto ambiental da Experian vem de atividades indiretas, ligadas à cadeia de suprimentos e à logística. Ao incentivar nossos fornecedores em todo o mundo a adotar metas e reportar suas emissões, estamos ampliando o alcance das nossas ações e fomentando uma rede global de negócios sustentáveis”, afirma Melissa Goncalves Ferreira, Head Global de Sustentabilidade da Experian.
A iniciativa da Experian se soma ao esforço global de acelerar a transição para uma economia de baixo carbono — tema que ganhou ainda mais destaque com a realização da COP30, no Brasil, em 2025. “O reconhecimento que conquistamos com o Carbon Disclosure Project (CDP) reforça que estamos no caminho certo que o setor privado tem um papel decisivo nessa transformação””, finaliza a executiva.
Um plano de descarbonização
A Experian lançou recentemente seu Plano Global de Transição para Emissões Líquidas Zero — conhecido internacionalmente como “Net Zero Transition Plan”. O documento reúne metas e ações concretas para eliminar ou compensar 100% das emissões de carbono, integrando todas as operações e fornecedores da companhia.
Desde 2019, a companhia já reduziu em 82% suas emissões diretas (Escopos 1 e 2) — que incluem consumo de energia e combustíveis em operações próprias — superando a meta de reduzir 50% até 2030. Além disso, 87% da energia consumida globalmente vem de fontes renováveis, como painéis solares e certificados de energia verde.
A metodologia usada para definir e validar essas metas é a da SBTi (Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência), entidade internacional que orienta empresas a alinhar seus planos de descarbonização ao Acordo de Paris, limitando o aquecimento global a 1,5°C.
Cenário Brasil: Serasa Experian avança com operação de sustentabilidade no país
No Brasil, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do país, tem se destacado como uma das operações mais sustentáveis da companhia global. Um dado que mostra isso é que, do total de fornecedores compromissados ao redor do mundo com a metodologia SBTi, 4% são somente da operação brasileira.
Desde 2019, a Serasa Experian reduziu em 70% suas emissões diretas (escopos 1 e 2) e alcançou 100% de uso de energia renovável em 2025, por meio de certificados e geração própria, como o sistema solar da unidade de São Carlos (SP).
Além disso, a companhia reduziu em 99% o uso de plásticos descartáveis desde 2023 e fortaleceu seu plano de descarbonização local, que tem metas anuais para engajar parceiros regionais nas iniciativas climáticas globais.
Essas são algumas das conquistas que consolidam o protagonismo brasileiro dentro da estratégia internacional da Experian e reforçam o papel do país na transição para uma economia de baixo carbono — tema central da COP30 que foi sediada no Brasil este ano.
“A transição para uma economia de baixo carbono exige a colaboração entre empresas, governos e sociedade. Queremos ser parte ativa dessa transformação e mostrar, com o exemplo do Brasil, que resultados concretos são possíveis quando sustentabilidade é tratada como prioridade estratégica. A COP30 foi um marco importante para reforçar esse compromisso coletivo”, conclui Melissa Ferreira, da Experian.
