Cerca de 100 estudantes da turma 2026 do Inteli passam a residir em empreendimento ao lado da USP; cerca de 40% vêm de fora do Estado
A chegada de novos estudantes universitários vindos de diferentes regiões do País tem intensificado a demanda por moradia estudantil no entorno da Cidade Universitária, na zona oeste de São Paulo. Na última semana, cerca de 100 alunos ingressantes da turma 2026 do Inteli (Instituto de Tecnologia e Liderança) passaram a morar no residencial Share Butantã, localizado ao lado do campus da instituição e da USP. Do total de novos moradores, cerca de 40% vieram de fora do Estado de São Paulo.
Criado em 2019, o Inteli é uma faculdade privada sem fins lucrativos voltada à formação em tecnologia, inovação e liderança. A instituição tem como principal diferencial o ensino baseado em projetos práticos, nos quais os alunos desenvolvem soluções para desafios reais propostos por empresas parceiras, desde o início da graduação. Desde 2022, mais de 300 estudantes do Inteli vivem no Share Butantã.
“Para muitos estudantes, especialmente os que vêm de outras cidades ou estão saindo da casa dos pais pela primeira vez, a moradia tem um papel central na adaptação à vida universitária”, afirma Juliana Onias, gerente regional de operações da Share Student Living. “Aqui, os alunos usam os espaços de estudo de forma colaborativa, principalmente nas semanas de provas, e participam de atividades pensadas para fortalecer a integração e o senso de comunidade. Essa estrutura dá mais segurança tanto para os estudantes quanto para as famílias e contribui para uma experiência acadêmica mais estável ao longo da graduação”, explica.
A Share Butantã opera no modelo de residencial estudantil com gestão profissional, oferecendo quartos individuais e compartilhados, além de áreas de estudo, espaços de convivência, serviços integrados e eventos “Taylor Made”, que englobam experiências desenhadas especificamente para atender às necessidades dos moradores. A proposta atende estudantes que buscam uma alternativa entre as repúblicas tradicionais e o aluguel convencional de apartamentos, especialmente em regiões com alta concentração universitária.
Especialistas em educação apontam que a combinação entre ensino prático, mobilidade urbana e oferta estruturada de moradia tende a ganhar espaço no Brasil, sobretudo em áreas ligadas à formação em tecnologia, onde a atração de talentos de diferentes regiões é estratégica.
