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Fed sinaliza maior flexibilidade em meta de inflação no primeiro relatório após eleição de Donald Trump

Confira análise de Daniel Siluk, líder do grupo global de ativos de curta duração e liquidez da Janus Henderson

O primeiro relatório do Federal Reserve após a eleição de Donald Trump à Presidência dos EUA indica uma possível flexibilização na meta de inflação, segundo Daniel Siluk, líder do grupo global de ativos de curta duração e liquidez da Janus Henderson. A avaliação de Siluk sugere que a mudança em uma frase que anteriormente aparecia em todos os relatórios pode indicar que o banco central americano está adotando uma abordagem mais cautelosa e flexível em relação à inflação.

Em relatórios anteriores, o Fed manifestava confiança no progresso em direção à meta de 2% de inflação. Porém, ao retirar a expressão “maior confiança”, o Comitê pode estar sinalizando uma disposição para ajustar a política monetária de acordo com os dados econômicos recebidos, em vez de seguir uma trajetória fixa.

Para analistas, essa omissão sugere que o Fed, diante de uma política fiscal ainda incerta, prefere evitar um compromisso rígido com a meta de inflação, mantendo-se aberto a ajustes com base na evolução dos dados econômicos. Essa mudança pode ser interpretada como uma precaução diante dos desafios e incertezas da nova administração.

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