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Lojacorr Consórcios apresenta alternativa de planejamento para igrejas

Lojacorr Consórcios apresenta alternativa de planejamento para igrejas / Foto: Debby Hudson / Unsplash Lojacorr Consórcios apresenta alternativa de planejamento para igrejas / Foto: Debby Hudson / Unsplash
Foto: Debby Hudson / Unsplash

Modelo My Church apoia decisões financeiras sustentáveis e viabiliza projetos estruturais e energéticos sem juros

A busca por alternativas financeiras mais sustentáveis tem levado instituições religiosas a repensarem a forma como viabilizam investimentos em estrutura, tecnologia e expansão. Nesse contexto, o consórcio voltado a igrejas, como o My Church Solar, da Lojacorr Consórcios, surge como uma ferramenta de planejamento que combina previsibilidade com engajamento comunitário, sem a incidência dos juros proibitivos do mercado financeiro tradicional.

De acordo com Enos do Carmo, corretor parceiro da Lojacorr Consórcios, o principal entrave enfrentado por igrejas está na relação entre receitas variáveis e demandas constantes por melhorias. “O grande desafio crônico é a imprevisibilidade versus a necessidade de modernização. As igrejas precisam de equipamento de som de ponta, painéis de LED e reformas estruturais para acolher bem, mas o caixa depende da generosidade flutuante dos fiéis”, afirma.

Segundo ele, esse cenário torna os modelos tradicionais de crédito pouco aderentes à realidade do segmento. “Os bancos olham para as igrejas com uma régua puramente comercial, exigindo burocracias exaustivas e impondo taxas de juros que eu considero ‘draconianas’. Um financiamento bancário comum acaba se tornando uma âncora que sobrecarrega a comunidade por anos”, completa.

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Diante desse contexto, o consórcio passa a ser percebido não como uma forma de crédito convencional, mas como uma estratégia de organização financeira. Segundo Enos, o crédito tradicional é uma armadilha de dívida. O que a igreja precisa é de uma ferramenta de planejamento.

Solução desenhada para o nicho

Um dos principais diferenciais do My Church está na adaptação à dinâmica de decisão das instituições religiosas. Diferentemente de soluções genéricas do mercado financeiro, o modelo considera a participação de lideranças, conselhos e da própria comunidade no processo.

“A diferença fundamental é a sensibilidade ao nicho. O My Church não é um ‘produto de prateleira’ adaptado; ele foi desenhado entendendo a cadência das decisões eclesiásticas”, explica o corretor.

Na prática, o consórcio permite que a igreja organize seus investimentos ao longo do tempo, sem a incidência de juros. “Enquanto o mercado financeiro impõe custos altos, o My Church oferece um custo significativamente mais baixo e uma flexibilidade ímpar. Ele permite que a igreja invista em si mesma sem pagar juros, funcionando como uma poupança comunitária estratégica”, afirma.

Esse modelo amplia as possibilidades de uso dos recursos, que podem ser direcionados tanto para obras estruturais quanto para aquisição de equipamentos ou soluções tecnológicas, como sistemas de energia solar.

Engajamento como motor do projeto

Outro aspecto relevante do consórcio para igrejas é o potencial de mobilização da comunidade. A lógica de participação coletiva tende a fortalecer o vínculo dos fiéis com os projetos da instituição.

“O engajamento acontece quando há transparência e um benefício compartilhado visível”, destaca Carmo. Segundo ele, a forma como o projeto é apresentado faz diferença direta na adesão, em que a comunidade se sente parte do processo, para construção de um futuro melhor para sua igreja. “Quando o fiel percebe que, com uma pequena contribuição mensal extra, a igreja terá um telão de LED novo ou uma conta de luz reduzida, ele contribui com muito mais afinco”, explica.

Oportunidade para corretores

Além de atender a uma demanda específica do público religioso, o consórcio para igrejas também abre espaço para a atuação estratégica de corretores. O setor, segundo Carmo, ainda é pouco explorado, apesar do seu potencial. “O segmento religioso é um gigante muitas vezes negligenciado por falta de entendimento técnico. É uma oportunidade estratégica porque as igrejas são instituições perenes, com grupos fiéis e necessidades constantes de manutenção e expansão”, avalia.

Nesse cenário, o papel do corretor tende a evoluir de uma atuação comercial para uma abordagem mais consultiva. A recomendação é que o profissional conduza o cliente a partir de três pontos centrais: valor do projeto, capacidade de investimento mensal e prazo de execução. “O corretor consultivo torna-se um parceiro estratégico da liderança, ajudando a igreja a crescer com responsabilidade financeira e visão de futuro”, conclui.

Com essa proposta, o My Church se posiciona como uma alternativa alinhada às necessidades do público religioso e, ao mesmo tempo, como uma oportunidade de diversificação para corretores que buscam ampliar sua atuação com soluções especializadas.

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