Apesar de ter encerrado no dia 23 de janeiro, fórum apresentou debates que seguirão pertinentes nos próximos anos
Fortalecimento do uso da energia renovável, o ônus e o bônus da inteligência artificial na economia dos países e as ameaças de Trump à Groenlândia marcaram o Fórum Econômico de Davos, na Suíça, que aconteceu entre os dias 19 e 23 de janeiro. No total, aproximadamente 65 chefes de Estado e governo e mais de 800 CEOs de grandes empresas globais compareceram ao encontro.
Embora o foco esteja na discussão de políticas e iniciativas econômicas em escala mundial, há uma esfera que acaba sendo impactada pelos acontecimentos do fórum, e na qual as empresas precisam estar atentas para definirem seus próximos passos nos pilares ambiental, social e governança corporativa: a das práticas ESG.
Para Miriam Lüttgen, presidente da Sustentalli (cooperativa de especialistas em sustentabilidade e governança), os temas debatidos na Suíça precisam estar no horizonte das organizações, sejam elas privadas ou públicas. “Geopolítica e o avanço da IA, por exemplo, podem atingir diretamente a governança de uma empresa, porque isso interfere no planejamento e na atuação a médio e longo prazo. Portanto, os gestores devem se manter antenados quanto a isso, independentemente do tamanho do negócio”, afirma Miriam.
