Reflexões do SXSW, o maior evento de inovação, tecnologia e marketing do mundo, para o mercado de Seguros e Capitalização: como despertar o interesse das pessoas para a jornada de proteção?

Mariana Fagundes, Gerente de Marketing e Comunicação da CAPEMISA Seguradora e CAPEMISA Capitalização / Foto: Divulgação Mariana Fagundes, Gerente de Marketing e Comunicação da CAPEMISA Seguradora e CAPEMISA Capitalização / Foto: Divulgação
Mariana Fagundes, Gerente de Marketing e Comunicação da CAPEMISA Seguradora e CAPEMISA Capitalização / Foto: Divulgação

Confira artigo de Mariana Fagundes, Gerente de Marketing e Comunicação da CAPEMISA Seguradora e CAPEMISA Capitalização

A mobilização de alguns representantes do mercado de Seguros e Capitalização para acompanhar de perto o South by Southwest diz muito sobre a potência do nosso segmento e sobre como ele pode estar mais inserido na vida das pessoas. As discussões desse megaevento de inovação, criatividade e tecnologia também se aplicam ao nosso universo, estimulando a efervescência de um setor que trabalha fortemente para impactar os mais diversos públicos e alcançar 10% do PIB até 2030, conforme o desafio lançado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Para quem vive os desafios de se criar estratégias de comunicação e difundir diferentes aspectos da proteção financeira e segurança, a chegada em Austin, no Texas, é cheia de perguntas, dúvidas e inquietações, mas com a cabeça aberta para absorver e capturar todo esse conteúdo. E tudo acontece de forma avassaladora, simultânea, alimentando o nosso F.O.M.O. (da sigla em inglês para Fear Of Missing Out – Medo de perder algo, de ficar de fora, tradução livre) de cada dia. São robôs dançando na rua, palestrantes badalados, várias ativações de marca, experiências imersivas, carros autônomos, computação quântica… é o mais real sentimento de cabeça explodindo de tanta informação!

O painel de abertura do SXSW foi sobre Saúde Social com a cientista social Kasley Killam e a importância de mantermos nossas conexões e relacionamentos ativos em prol da saúde humana. Provocando reflexões, logo de início, em um evento que nos levaria para uma viagem ao futuro inovador, criativo e muitas vezes solitário, “como centenas de milhares de adultos passam mais de duas semanas sem falar com algum familiar ou amigos?”.

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Em meio aos paradoxos, dos avanços tecnológicos e IA cada vez mais presente em ações do nosso dia a dia, vimos as chamadas  para a humanização, criatividade e adaptabilidade: passamos pelas previsões da futurista e CEO do Future Today Institute, Amy Webb, e a entrada no “superciclo tecnológico”, caracterizado pela convergência da inteligência artificial, biotecnologia e sensores avançados, e também pela fusão da inteligência artificial com a computação quântica, que podem ser complementares e acelerarem de forma precisa o processamento e análise de dados. Por outro lado, as discussões pautam a valorização do pensamento e características humanas, a capacidade de adaptação, reinvenção e o uso da tecnologia para potencializar o que fazemos de melhor.

“As pessoas que entendem de pessoas sempre vencem”, disse o futurista e fundador da Non-Obvious Company, Rohit Bhargava, reforçando a importância de compreender o comportamento e os sentimentos humanos. Esse seria nosso grande diferencial para antecipar tendências e alcançar o sucesso.

As pautas convergem e juntas trazem a mensagem que o futuro que queremos somos nós que moldamos. Precisamos fazer parte dessa transformação e não apenas reagir a ela. O grande desafio é equilibrar a inovação e o controle para garantir que todas essas mudanças sejam benéficas e positivas para a sociedade.

Olhando para o mercado brasileiro de Seguros e Capitalização, em meio a essas conversas e insights, temos um potencial enorme de trabalho e desenvolvimento, pois sabemos que há baixa penetração e desinformação em relação à proteção financeira e securitária. Especificando: apenas cerca de 18% da população possui algum tipo de Seguro de Vida, de acordo com dados da pesquisa feita pelo Datafolha/ Fenaprevi, em 2024. Ou seja, o desconhecimento e a falta de priorização – talvez também pela falta de informação – fazem com que o brasileiro tenha percepções equivocadas sobre o processo de contratação, coberturas e até mesmo em relação ao custo desses produtos / serviços, que muitas vezes são acessíveis.

Diante desse desafio, como podemos fazer para temas como Seguros, Capitalização, finanças entrem no dia a dia das pessoas de forma natural e não impositiva? É importante trazer as pessoas para essa conversa, torná-las mais participantes desse contexto para que haja mais compreensão e sentimento de pertencimento.

As empresas que promoverem mais conexão com seus Clientes e parceiros, provavelmente serão mais relevantes e impactantes. Os consumidores estão buscando relações cada vez mais próximas e autênticas com as marcas. Com as novas tecnologias, mudanças comportamentais, o crescimento das plataformas que desafiam o modelo das buscas tradicionais e trabalho dos influenciadores, fazem com que as empresas engajem mais, construindo uma relação mais próxima, com empatia e criatividade, indo muito além de alcance e da publicidade convencional. A IA pode também apoiar na facilitação e agilidade de serviços, trazendo mais informações ou processos dinâmicos, auxiliando os corretores e garantindo escalabilidade para seus negócios.

Tudo isso é uma chamada, um convite para a ação. Pode parecer clichê, mas o “futuro é hoje”, pois nossos movimentos de agora moldarão o que queremos para o amanhã! A pergunta que não quer calar, é: você vai assistir ou fazer parte dessa mudança?

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