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São Cristóvão Saúde adota tecnologia de curativo por pressão negativa e amplia segurança na recuperação de pacientes

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Foto: <a href="https://unsplash.com/@towfiqu999999?utm_source=instant-images&utm_medium=referral" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Towfiqu barbhuiya</a> no <a href="https://unsplash.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Unsplash</a>

Com foco contínuo na inovação e na excelência assistencial, o Grupo São Cristóvão Saúde incorporou à sua prática hospitalar o curativo de terapia por pressão negativa portátil. O dispositivo é um importante aliado na prevenção de complicações em feridas cirúrgicas, especialmente em pacientes com maior risco de deiscência (abertura dos pontos) ou infecção no sítio cirúrgico.

Com a tecnologia da Smith & Nephew, o aparelho consiste em um curativo especial conectado a um equipamento portátil que cria uma pressão negativa controlada, criando uma leve sucção contínua que remove o excesso de líquidos e secreções, mantém o local limpo, úmido e protegido, e estimula o crescimento de tecido novo, promovendo uma cicatrização mais rápida e segura. Entre os benefícios estão o aumento do fluxo sanguíneo da área, a redução de edema, de secreção e do inchaço ao redor, além da proteção contra micro-organismo que prejudicam o processo de cicatrização.

De acordo com o estomaterapeuta do São Cristóvão Saúde, Leonardo M. Cardoso, estudos científicos comprovam a redução de complicações cirúrgicas em até 63% com a utilização do curativo, aumentando a chance de êxito no pós-operatório, especialmente em cirurgias cardíacas. “Para garantir o uso adequado, realizamos um treinamento completo com a equipe de enfermagem, abordando desde as indicações clínicas e a técnica correta de aplicação até o monitoramento da evolução da ferida”, explicou o especialista.

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Entre os diferenciais da tecnologia estão a mobilidade precoce do paciente, a ausência de frascos reservatórios, uma vez que o próprio curativo absorve, contém e evapora os fluídos da ferida, e o material de silicone, que reduz o trauma no momento da retirada e proporciona mais conforto durante a recuperação.

A aplicação é feita no intraoperatório das cirurgias cardíacas e a indicação de uso é de, no máximo, 14 dias, período correspondente às fases fisiológicas de inflamação e proliferação celular. O resultado é um processo de cicatrização mais seguro, eficaz e com menor dor para o paciente.

Para a gerente de Enfermagem do Grupo, Andreia Pereira, a introdução da nova tecnologia reforça o compromisso da Instituição com a inovação e busca contínua pela excelência na assistência. “Essa implantação representa mais um passo no aprimoramento do cuidado de feridas, alinhado as melhores práticas e a segurança do paciente”, comentou.

A introdução desse equipamento faz parte das ações do Grupo voltadas à inovação e à melhoria dos cuidados oferecidos, com o uso de soluções que favorecem o bem-estar, a qualidade e a assistência integral ao paciente. “Buscamos constantemente o que há de melhor na área da saúde, unindo eficiência clínica e atendimento humanizado. Por isso, a adoção de novas tecnologias e a ampliação dos nossos serviços permitem integrar modernidade e acolhimento, além de oferecer um atendimento de excelência aos nossos beneficiários”, declarou o engenheiro Valdir Pereira Ventura, presidente/CEO do Grupo e presidente da Santa Casa de Francisco Morato.

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