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Seguro de vida é um dos benefícios mais valorizados na redução do turnover

Foto por: Nathan Dumlao/ Unsplash Images Foto por: Nathan Dumlao/ Unsplash Images
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Pesquisa mostra que colaboradores priorizam estabilidade, flexibilidade e proteção – seguro de vida já supera itens tradicionais como auxílio-creche e academia

Os benefícios corporativos deixaram de ser apenas um diferencial competitivo e passaram a ocupar um papel estratégico na governança das empresas. Em um mercado de trabalho cada vez mais dinâmico, entender o que os colaboradores realmente valorizam é essencial para atrair, engajar e reter talentos. Segundo pesquisa da MIT Sloan Management Review Brasil, entre as principais métricas utilizadas para avaliar a eficácia dos programas estão a análise de clima organizacional (65,52%) e o turnover (51,72%).

A mesma pesquisa da MIT também revela que o seguro de vida é o sexto benefício mais valorizado pelos profissionais, superando opções como academia e auxílio-creche. Esse movimento é corroborado pelo Guia Salarial 2024 da Robert Half, que aponta que o seguro de vida coletivo já está presente em 66% das empresas brasileiras, consolidando-se como um benefício de alto valor percebido tanto para as organizações quanto para seus colaboradores.

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“Em um ambiente corporativo cada vez mais diverso, onde múltiplas gerações convivem e colaboram, compreender as diferentes expectativas dos colaboradores tornou-se estratégico. Esse cenário exige das empresas uma abordagem mais abrangente de cuidado e bem-estar. O seguro de vida, nesse contexto, representa uma solução eficaz ao oferecer proteção financeira em situações críticas, como doenças graves ou invalidez, fortalecendo a confiança e o vínculo entre empresa e funcionário”, analisa Marcell Guimarães, diretor de vendas da Omint Saúde.

Essa percepção é respaldada por dados concretos. Um estudo conduzido pela Férias & Co., em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), revelou que programas de benefícios bem estruturados podem reduzir o turnover entre 14% e 54%, além de promover melhorias significativas no clima organizacional e elevar os níveis de engajamento das equipes.
Para Guimarães, a gestão de benefícios vai além de reforçar a imagem da empresa como boa empregadora. “Trata-se de investir, de fato, nas pessoas que movem o negócio, oferecendo benefícios para que elas possam trilhar seus caminhos pessoais e profissionais da melhor maneira possível. O seguro de vida é um exemplo claro: um benefício simples, acessível e de grande valor agregado, que traz tranquilidade ao colaborador e fortalece a cultura organizacional”, reforça.

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