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Sincor-MG divulga calendário 2026 do Projeto Cidades Protegidas

Sincor-MG divulga calendário 2026 do Projeto Cidades Protegidas / Foto: Divulgação
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O Sindicato dos Corretores de Seguros de Minas Gerais (Sincor-MG) anunciou o calendário de 2026 do Projeto Cidades Protegidas. Considerada uma iniciativa pioneira (e já citada como referência nacional) a ação tem inspirado movimentos semelhantes em outros estados ao defender uma atuação que vai além da contratação de apólices, com foco na proteção do orçamento público, na cultura de prevenção e no fortalecimento da administração municipal. “Proteger a gestão pública é proteger os cidadãos. Nosso compromisso é ajudar os municípios a manterem suas contas equilibradas e aplicarem recursos onde eles realmente fazem a diferença”, afirma o presidente do Sincor-MG, Gustavo Bentes.

“A integração reforça o papel do corretor de seguros como agente de transformação social. Esse profissional não apenas protege patrimônios, mas também contribui para a segurança e o desenvolvimento das comunidades”, comenta Bentes. Para ele, o seguro deve ser compreendido como instrumento de proteção social. “O Cidades Protegidas traduz isso em política pública, aproximando o cidadão dessa realidade”, acrescenta.

Agenda – Projeto Cidades Protegidas

Em 2026, a agenda do projeto percorrerá todas as regiões de Minas Gerais.

  • No Norte do Estado, as atividades acontecem em abril, no dia 14 em Sete Lagoas e no dia 15 em Montes Claros.
  • Em maio, o Cidades Protegidas chega ao Leste de Minas e ao Vale do Aço, com encontros no dia 20 em Ipatinga e no dia 21 em Governador Valadares.
  • A etapa da Grande Belo Horizonte e do Oeste de Minas ocorre em junho, nos dias 23 em Belo Horizonte e Contagem e 25 em Divinópolis. Na Zona da Mata, os eventos estão programados para agosto, nos dias 11 em São João del-Rei e 12 em Juiz de Fora.
  • O Sul de Minas recebe o projeto em setembro, com atividades no dia 22 em Pouso Alegre, no dia 23 em Poços de Caldas e no dia 24 em Varginha.
  • Encerrando o circuito, o Triângulo Mineiro será contemplado em outubro, com encontros no dia 21 em Uberaba e no dia 22 em Uberlândia.

Com a programação, o Sincor-MG demonstra seu objetivo de atuar como elo entre o mercado de seguros e o poder público, ao estimular soluções voltadas à sustentabilidade financeira, à cidadania e à segurança nos municípios.

Planejamento estratégico

O Sincor-MG destaca que, quando inserido no planejamento estratégico, o seguro contribui diretamente para:

  • Gestão do risco residual, ao garantir cobertura financeira para eventos fora da capacidade de controle interno;

  • Continuidade operacional e financeira, mitigando impactos de incêndios, falhas operacionais e catástrofes naturais, e sustentando planos de continuidade e recuperação;

  • Governança, compliance e responsabilidade institucional, fortalecendo a transparência, a prestação de contas, a conformidade regulatória e a redução de passivos jurídicos;

  • Resiliência organizacional, ao promover previsibilidade orçamentária frente a riscos de baixa frequência e alto impacto.

“O seguro é um instrumento de proteção social. Ele garante que escolas voltem a funcionar após uma tragédia, que comércios resistam a crises e que o patrimônio histórico seja preservado. O Cidades Protegidas traduz isso em política pública, aproximando o cidadão dessa realidade”, comenta Gustavo Bentes.

Na avaliação do presidente do Sincor-MG, a gestão de riscos deve funcionar como ferramenta de antecipação e controle da incerteza, a partir da identificação de ameaças, avaliação de impactos e definição de estratégias preventivas ou corretivas, com o objetivo de sustentar a continuidade institucional, a boa governança e a proteção de interesses coletivos e patrimoniais. Bentes destaca que “gerir riscos não é evitar o futuro, é preparar-se para dominá-lo”.

Dentro desse cenário, o seguro é apresentado como mecanismo técnico de transferência e diluição do risco, baseado no princípio da mutualidade, com proteção a patrimônio, pessoas, responsabilidades e continuidade das atividades diante de perdas materiais e imateriais. “O seguro, quando integrado à gestão, deixa de ser reação e passa a ser parte da estratégia, não para evitar o risco, mas para garantir que ele não paralise a administração pública ou o funcionamento dos serviços essenciais”, reforça.

“O seguro certo, no lugar certo, transforma riscos potencialmente devastadores em variáveis gerenciáveis”, finaliza Bentes. Segundo o presidente do Sindicato, a maturidade da gestão pública se revela na capacidade de antecipar cenários, estruturar controles e integrar o seguro como instrumento permanente de sustentação da governança e da continuidade dos serviços à população.

*Com informações de Sincor-MG

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