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Telemedicina: 5 usos corretos e 5 armadilhas comuns no cuidado em saúde

Telemedicina: 5 usos corretos e 5 armadilhas comuns no cuidado em saúde
Foto: National Cancer Institute no Unsplash

Select Operadora de Saúde destaca onde o atendimento remoto ajuda de verdade e quando não substitui a consulta presencial

A telemedicina deixou de ser tendência para se consolidar como parte da rotina assistencial no Brasil. Regulamentada e incorporada por operadoras e serviços de saúde, a modalidade amplia o acesso e dá agilidade ao cuidado, desde que utilizada com critério. O desafio, segundo especialistas, é compreender onde ela funciona melhor e em que situações o atendimento presencial continua indispensável.

Para Select Operadora de Saúde, que já oferece telemedicina aos seus beneficiários como parte do cuidado integral, o atendimento remoto é uma ferramenta estratégica quando integrada à atenção primária e à prevenção. “A telemedicina não veio para substituir o médico presencial, mas para qualificar o acesso e organizar melhor o cuidado. Usada da forma correta, ela reduz riscos, evita atrasos e melhora a experiência do paciente”, afirma Luiz Dornelles, superintendente corporativo da Select Operadora de Saúde.

Onde a telemedicina ajuda de verdade: 5 usos corretos

  1. Triagem e orientação inicial

A teleconsulta é eficiente para avaliar sintomas iniciais, histórico e fatores de risco, ajudando a definir o próximo passo: autocuidado, acompanhamento remoto ou encaminhamento presencial. “Ela orienta o paciente desde o início e evita tanto a negligência quanto a procura desnecessária por pronto atendimento, que poderia expor o paciente a outras doenças, além de enfrentar filas de espera”, explica Dornelles.

  1. Acompanhamento de doenças crônicas estáveis

Pacientes com condições já diagnosticadas, como hipertensão ou diabetes, podem ser acompanhados remotamente para revisão de metas, adesão ao tratamento e ajustes pontuais, sem perder o vínculo com a equipe de saúde.

  1. Leitura e explicação de exames já realizados

Com exames laboratoriais ou de imagem em mãos, a telemedicina permite discutir resultados, esclarecer dúvidas e decidir, de forma compartilhada, os próximos passos. “É um ganho de tempo e compreensão para o paciente”, diz o executivo.

  1. Saúde mental e atendimentos conversacionais

Quando clinicamente indicado, o atendimento remoto favorece a continuidade do cuidado em saúde mental, ampliando o acesso e a regularidade das consultas.

    1. Acompanhamento pós-consulta ou pós-procedimento

Check-ins de evolução, revisão de orientações e identificação precoce de sinais de alerta são usos eficazes do atendimento remoto.

Onde a telemedicina não substitui o presencial: 5 armadilhas comuns

  1. Situações de urgência e emergência

Dor no peito, falta de ar intensa, sinais neurológicos súbitos ou sangramentos importantes exigem avaliação imediata presencial. A telemedicina não deve atrasar o atendimento de emergência.

  1. Casos que dependem de exame físico detalhado

Avaliações que exigem palpação, ausculta, exame neurológico completo ou inspeção clínica minuciosa têm limitações no ambiente remoto.

  1. Riscos à privacidade e ao sigilo

Plataformas improvisadas ou ambientes sem confidencialidade comprometem a segurança da informação e a relação médico-paciente. “Telemedicina exige prontuário, proteção de dados e responsabilidade profissional”, ressalta Dornelles.

  1. Falta de continuidade do cuidado

Atendimentos fragmentados, sem histórico clínico integrado, aumentam o risco de decisões incompletas. A coordenação do cuidado é essencial para a segurança do paciente.

  1. Banalização do atendimento remoto

Usar a teleconsulta apenas como atalho para receitas ou atestados, sem critério clínico, compromete a qualidade assistencial e a confiança no modelo.

Telemedicina como parte do cuidado integral

Na avaliação da Select Operadora de Saúde, o sucesso da telemedicina está na integração com a atenção primária, na prevenção e no acompanhamento contínuo dos beneficiários. “O extenso atendimento faz parte da espinha dorsal da Select. A telemedicina é uma aliada estratégica, mas sempre conectada a uma rede assistencial preparada para acolher o paciente presencialmente quando necessário”, sinaliza Luiz Dornelles.

Na Select, todos os teleatendimentos são feitos por médicos qualificados, desde a primeira consulta. Segundo o superintendente, o futuro do cuidado passa pelo equilíbrio entre tecnologia e contato humano. “A boa medicina é aquela que usa a ferramenta certa, no momento certo, para cada pessoa. E isso vale tanto para o atendimento remoto quanto para o presencial”, completa.

A telemedicina também tem se consolidado como uma importante ferramenta de apoio para pais e responsáveis no cuidado com a saúde infantil. Com acesso rápido a orientações médicas e atendimentos especializados, é possível esclarecer dúvidas, avaliar sintomas e receber direcionamentos sem sair de casa. “Essa facilidade, disponível literalmente na palma da mão, contribui para decisões mais seguras, agilidade no cuidado e maior tranquilidade no dia a dia das famílias”, conclui.

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