“Em cenários de mudanças como a redução de impostos anunciada pelo governo federal, com a decisão de zerar PIS e Cofins sobre o diesel, e reajustes nas refinarias, como o aumento divulgado pela Petrobras, o mais comum é que o efeito nas bombas não seja sentido pelos motoristas de forma imediata. Existe um intervalo natural de alguns dias ou até semanas até que essas alterações percorram toda a cadeia de combustíveis, que envolve distribuidoras, logística e os próprios postos de abastecimento.
Neste caso específico temos dois movimentos acontecendo ao mesmo tempo. A desoneração tributária tende a aliviar parte da pressão sobre o preço do diesel, enquanto o reajuste nas refinarias puxa na direção contrária. Na prática, este aumento vai acabar compensando boa parte do efeito da desoneração e uma redução real do preço do diesel não vai chegar as bombas ou chegará de forma muito suave.
O diesel tem um peso muito grande no transporte de cargas e na logística do país, então qualquer mudança de preço costuma ser acompanhada de perto por vários setores da economia. Portanto, na Edenred Mobilidade seguimos acompanhando esse movimento de perto. Hoje temos mais de 1 milhão de veículos conectados às nossas soluções, o que nos permite monitorar diariamente o comportamento dos preços por meio do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). Esses dados ajudam nossas 35 mil empresas-clientes a entender melhor o cenário e tomar decisões para manter suas operações funcionando mesmo em momentos de maior volatilidade no mercado de combustíveis”, diz Vinicios Fernandes, diretor de frete da Edenred Mobilidade.
