Companhia destina R$ 2,5 milhões a programa de Equal Pay, amplia representatividade feminina na diretoria e evolui mentoria para agenda transversal em 2025
No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, a Zurich Seguros reforça como vem estruturando sua agenda de equidade de gênero com orçamento dedicado, governança executiva e metas atreladas à liderança. A companhia integrou remuneração, desenvolvimento de carreira e processos de decisão para reduzir o gap salarial e ampliar a presença feminina em posições estratégicas.
Entre as principais iniciativas está o programa Equal Pay, que determinou a alocação obrigatória de um 56% do orçamento de mérito, equivalente a R$ 2,5 milhões, para mulheres com desempenho destacado. O projeto foi formalizado em novembro/24, passou por comitês de revisão entre janeiro e fevereiro de 2025 e teve a comunicação de méritos e promoções realizada em março.
Como resultado, 58% das mulheres da companhia foram contempladas com aumento salarial por mérito ou promoção em 2025. Ao todo, 60% das movimentações, considerando promoções e méritos, foram destinadas a mulheres. Em consequência, a iniciativa contribuiu para uma redução significativa do gap salarial de gênero de menos 5,94% para menos 5,49%, uma queda relativa de 7,58%.
“A equidade precisa ser tratada com método, orçamento e acompanhamento executivo. Quando vinculamos a agenda a governança, indicadores e metas claras, conseguimos transformar intenção em resultado concreto. Equal Pay não é apenas uma ação pontual, mas parte de uma estratégia de longo prazo que integra remuneração, desenvolvimento e cultura”, afirma Mônica Matias, superintendente de Talento & Cultura da Zurich Seguros.
Segundo a executiva, a conexão entre desempenho, transparência e critérios objetivos é um dos diferenciais do modelo adotado. “Não se trata de substituir o mérito, mas de garantir que o mérito seja avaliado com lentes mais justas e técnicas. Ao revisar processos, sucessão e critérios de promoção, criamos um ambiente mais equilibrado, que amplia oportunidades e fortalece a performance do negócio”.
Além da remuneração, a Zurich estruturou o programa de mentoria feminina ElaZ, com 65 participantes, sendo 15 mulheres líderes em mentorias individuais ao longo de seis meses e 50 talentos em mentorias coletivas focadas em competências de liderança, gestão de tempo e construção de plano de desenvolvimento. Após o ciclo, 16% das participantes foram promovidas.
Em 2025, a agenda evolui para o programa Nossas Vozes, ampliando a discussão sobre gênero e raça para toda a organização, com conversas conduzidas por mulheres da alta liderança e integração do tema à formação de mentores e gestores. A proposta fortalece a corresponsabilização da liderança na construção de um ambiente mais inclusivo.
“Participar de um programa estruturado, com mentoria e direcionamento consistentes, ampliou minha visão de carreira e trouxe clareza sobre meus próximos passos. A experiência impulsionou meu autoconhecimento e reforçou minha confiança para evoluir com propósito”, afirma Elisangela Barbosa de Paiva Brito, Gerente Executiva de Negócios na Zurich Seguros.
Ela destaca ainda o impacto humano da iniciativa: “Mais do que a promoção, o que marcou foi sentir reconhecimento e fazer parte de um movimento que valoriza trajetórias diversas. Isso nos inspira a enxergar nosso potencial com mais amplitude e a projetar o futuro com ainda mais coragem”.
A evolução é percebida também na composição da liderança. Em 2026, o Brasil e América Latina registraram 37% de participação feminina, com 10 mulheres assumindo posições estratégicas de tomada de decisão – desempenho 35% superior ao benchmark do GPTW 2025.
A agenda é cocriada com o WIN, grupo de afinidade dedicado ao
A estratégia de equidade se conecta à campanha do Mês das Mulheres da companhia, que traz o conceito “cuidar de quem cuida”. Ao longo de março, a Zurich promove ações internas voltadas a bem-estar e saúde mental, reforçando a importância de um ambiente de trabalho que sustente o desenvolvimento profissional e pessoal das colaboradoras.
“Quando falamos em cuidar de quem cuida, estamos falando de criar condições reais para que mulheres cresçam, liderem e sejam reconhecidas pelo seu desempenho. Equidade é também um compromisso com sustentabilidade organizacional e com a construção de uma cultura mais forte e diversa. E para 2026, seguimos firmes no propósito desta evolução”, conclui Mônica.
