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Karine Nogueira, Diretora de Serviços; e Renata Coutinho, diretora de Previdência da Sinqia / Foto: Divulgação Karine Nogueira, Diretora de Serviços; e Renata Coutinho, diretora de Previdência da Sinqia / Foto: Divulgação
Karine Nogueira, Diretora de Serviços; e Renata Coutinho, diretora de Previdência da Sinqia / Foto: Divulgação

Executivas da Sinqia compartilham desafios e conquistas no mundo corporativo

Apesar das mulheres serem maioria na população brasileira (51,1%), de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2021, um estudo realizado em 2022 pela Grant Thornton mostra que as mulheres estão ocupando 38% dos cargos de liderança, ou seja, menos da metade conta com equidade de gêneros. Sendo assim, há um longo caminho ainda para se percorrer para mudar de fato o cenário e chegar neste equilíbrio dentro do ambiente corporativo.

Pensando na importância da representatividade e na equidade de gênero no mercado de trabalho, profissionais femininas da Sinqia, líder no fornecimento de tecnologia para o mercado financeiro, compartilham seus desafios e conquistas no mundo corporativo.

Karine Nogueira, Diretora de Serviços da Sinqia

Karine Nogueira, da Sinqia, principal fornecedora de tecnologia para o mercado financeiro, aponta que os desafios são imensos dentro do segmento que atua, já que as áreas de Finanças e Tecnologia sempre foram muito masculinas. “Eu precisei me provar muitas vezes para o cliente e mostrar que, atrás de perfil um feminino, existe muito conhecimento e experiência. Às vezes, esse ‘provar’ é muito mais custoso do que para um homem, porque você não está inserida nesse contexto. Sempre precisei mostrar que dominava a forma como eu estava me posicionando e o que estava falando. Por isso, sempre estudei e sempre precisei buscar conhecimento, porque a gente precisa se provar o tempo inteiro, embora o mercado esteja mudando”, aponta Karine.

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Segundo ela, ainda existe um gap gigante do público feminino em lideranças em empresas de Tecnologia e do mercado financeiro, e, para que isso mude, as organizações devem estar dispostas a aumentar este funil e evitar cair no que é mais habitual, que é a contratação de homens. “As empresas precisam, sim, colocar metas claras e objetivos consistentes no desenvolvimento da mulher e cuidar da carreira dela, porque ainda estamos em uma cultura bastante machista. Mas, antes disso, as companhias precisam trazer mais mulheres, se responsabilizar e apoiar o crescimento dessas mulheres com metas e indicadores dentro da organização para que ela seja o tempo inteiro inserida dentro dos fóruns de discussão”, pontua.

Renata Coutinho, diretora de Previdência da Sinqia

Formada em Ciências da Computação, Renata Coutinho entrou no mercado de Tecnologia – segmento que tem homens como maioria – muito cedo e ajudou a conceber inúmeros sistemas do mercado de Previdência. Por isso, a liderança acabou sendo algo natural, muito também pelo fato dele ter amplo conhecimento técnico. No decorrer da sua carreira, percebeu a importância das cotas para a inclusão de mais mulheres em cargos de liderança. “Então, para conseguir dar mais oportunidade para as mulheres de forma mais igualitária, é preciso, obrigatoriamente, inserir as mulheres. Caso contrário, nunca chegaremos lá. Para a gente é sempre muito mais difícil, porque temos que trabalhar muito mais para ter a mesma posição que um homem”, pontua.

Luciana Marcelino, gerente de sistemas Sr. da Sinqia

Luciana Marcelino, gerente de sistemas Sr. da Sinqia / Foto: Reprodução
Luciana Marcelino, gerente de sistemas Sr. da Sinqia / Foto: Reprodução

Após de mais de 20 anos na área de Tecnologia, Luciana Marcelino comenta que Renata Coutinho foi sua primeira liderança do sexo feminino. A gerente de sistemas concorda que, para chegar a cargos de chefia, as mulheres precisam se preparar mais que os homens. “Para que o mercado seja mais inclusivo, Luciana corrobora o que foi dito por Renata sobre o incentivo a outras mulheres. “É fundamental ter uma liderança feminina para que outras mulheres busquem cargos mais elevados, assim como a criação de programas de incentivo para que cheguem à liderança”, aponta. Luciana dá como exemplo seu próprio dia a dia tendo Renata como sua líder. Segundo ela, a diretora de Previdência da Sinqia a tira de sua zona de conforto de forma positiva, já que se preocupa com seu crescimento. “A Renata sempre comenta que eu, quanto mulher, preciso me valorizar profissionalmente positivamente e promover meu marketing pessoal. Entendo que, desta forma, minha líder tem um cuidado especial com meu crescimento”, finaliza.

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