Prática regular de exercícios ajuda no controle da hipertensão, diabetes e também contribui para reduzir sintomas de ansiedade e depressão
No Dia Mundial da Atividade Física, celebrado em 6 de abril, especialista da Selfit Academias, uma das maiores redes da América Latina, reforça a importância da prática regular de atividade física como uma das principais estratégias de prevenção e controle de doenças e problemas relacionados a saúde mental.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70% das mortes no mundo estão associadas às doenças crônicas não transmissíveis, muitas delas relacionadas ao sedentarismo como hipertensão, diabetes tipo 2 e obesidade. A recomendação da entidade é que adultos realizem entre 150 e 300 minutos de exercícios moderados por semana.
Dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas (Vigitel), do Ministério da Saúde, indicam que apenas 40,6% dos adultos praticam atividade física nos níveis recomendados, enquanto a maior parte da população permanece abaixo do ideal.
Nesse cenário, Bianca D’Elia gerente de operações da rede Selfit, reforça a importância de encarar o exercício como um hábito de autocuidado e prevenção. “É necessário que a atividade física seja incorporada à rotina das pessoas de forma gradual e consistente. Pequenas mudanças no dia a dia, como caminhar mais, subir escadas ou reservar um tempo para treinos regulares, já contribuem significativamente para a saúde”, afirma Bianca.
De acordo com a gerente, exercícios aeróbios, como caminhada, corrida e ciclismo, auxiliam na redução da pressão arterial e no controle da glicose no sangue. Já a musculação melhora a sensibilidade à insulina, preserva a massa muscular e ajuda a evitar complicações associadas às doenças crônicas.
Exercícios também contribuem para o bem-estar emocional
Além dos benefícios para o corpo, a prática de atividade física exerce papel relevante na saúde mental. Durante o exercício, o organismo libera substâncias como endorfina e serotonina, hormônios associados à sensação de prazer e bem-estar, que ajudam a reduzir o estresse, melhorar o humor e favorecer a qualidade do sono.
Para Bianca, mais do que uma recomendação médica, exercitar-se deve ser encarado como um investimento contínuo na qualidade de vida. “Quando o movimento passa a fazer parte do cotidiano da pessoa, ele ajuda a reduzir sintomas de ansiedade e depressão, melhora a autoestima e contribui para uma sensação geral de equilíbrio e disposição”, explica.


