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Em seminário do CNJ e da União Europeia, Humberto Martins defende cooperação internacional por um Judiciário digital

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​O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Conselho da Justiça Federal (CJF), ministro Humberto Martins, afirmou, nesta terça-feira (28), que a consolidação de um Poder Judiciário cada vez mais integrado à era digital em todo o mundo demanda a cooperação entre as instituições judiciais em nível internacional.

"O diálogo entre países, com efetiva cooperação entre instituições e fomento à inovação, permitirá que todos possamos caminhar, juntos, convergindo esforços em direção ao fortalecimento do Judiciário, em especial no contexto digital, no qual o desenvolvimento tecnológico se dá em ritmo exponencial, exigindo velocidade para acompanhar as demandas da sociedade", declarou Martins.​​​​​​​​​

Presidente do STJ defendeu diálogo entre países e cooperação entre instituições no momento contemporâneo do Judiciário digital.​ | Foto: Rafael Luz

O ministro participou da abertura do Seminário Internacional Brasil-União Europeia – Intercâmbio de experiências em e-Justice, evento promovido na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, em parceria com a Delegação da União Europeia no Brasil. A programação do encontro tem como um dos destaques a apresentação do programa Justiça 4.0, ao qual o STJ aderiu em agosto de 2021.

Transformação digital da Justiça brasileira é exemplo para o mundo

Anfitrião do seminário, o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, destacou a capilaridade do modelo brasileiro de transformação digital do sistema de Justiça.

"O nosso grande diferencial positivo é a experiência que obtivemos em implementar serviços públicos digitais em grande escala, considerando a necessidade que se tem de atender a um território nacional tão vasto, pluricultural e de extensão territorial continental", ressaltou.

A abertura contou, também, com a presença do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, do embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybáñez, e do procurador-geral da República, Augusto Aras, além de outras autoridades.

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