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Páscoa nas empresas reforça papel estratégico do RH diante do avanço da crise de saúde mental no trabalho

Páscoa nas empresas reforça papel estratégico do RH diante do avanço da crise de saúde mental no trabalho / Foto: Tim Mossholder / Unsplash Páscoa nas empresas reforça papel estratégico do RH diante do avanço da crise de saúde mental no trabalho / Foto: Tim Mossholder / Unsplash
Foto: Tim Mossholder / Unsplash

Data simbólica de renovação ganha força como oportunidade para promover bem-estar, engajamento e reconexão nas organizações

Tradicionalmente associada à renovação, esperança e recomeços, a Páscoa vem sendo ressignificada dentro do ambiente corporativo. Mais do que ações pontuais, como brindes ou campanhas internas, a data se consolida como uma oportunidade estratégica para áreas de Recursos Humanos fortalecerem vínculos, promoverem bem-estar e revisitarem a cultura organizacional, especialmente em um cenário marcado pelo avanço dos problemas de saúde mental no trabalho.

Segundo informações do Ministério da Previdência Social, o país registrou mais de 4,1 milhões de afastamentos do trabalho por incapacidade temporária em 2025. O número é o maior em cinco anos e representa um aumento de 17,1% em relação a 2024. Entre as principais causas estão ansiedade, depressão e estresse, fatores diretamente ligados à rotina profissional e às condições do ambiente corporativo.

O cenário reforça a urgência de iniciativas estruturadas dentro das empresas — e é nesse contexto que o simbolismo da Páscoa ganha relevância. A data convida à pausa, à reflexão e ao recomeço, valores que podem ser traduzidos em práticas concretas de gestão de pessoas.

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Para a SGF Global, consultoria especializada em soluções de força de trabalho e gestão de talentos, o momento é propício para transformar significado em ação e fortalecer a cultura organizacional a partir de iniciativas mais humanas.

“Mais do que uma celebração, a Páscoa pode ser um marco de reconexão dentro das empresas. É uma oportunidade de olhar para as pessoas com mais atenção, reforçar vínculos e criar um ambiente onde o colaborador se sinta, de fato, valorizado e parte do todo”, afirma Heliana Silva, Country Manager da SGF Global no Brasil.

Em um ambiente corporativo cada vez mais acelerado, a data também se conecta diretamente à chamada Gestão da Felicidade — abordagem que coloca o bem-estar emocional no centro das estratégias empresariais. Nesse sentido, o RH assume um papel essencial ao estimular práticas que favoreçam o pertencimento, a escuta ativa e a segurança emocional.

“A gestão da felicidade não está ligada a grandes investimentos, mas à consistência das relações e à coerência entre discurso e prática. Quando a empresa promove um ambiente seguro, estimula o pertencimento e valoriza as pessoas, os resultados aparecem de forma natural”, complementa Heliana.

A data também abre espaço para reflexões relevantes dentro das organizações, como a necessidade de resgatar a confiança, fortalecer o espírito de colaboração e reforçar o alinhamento com o propósito. Ao incentivar esse movimento, o RH contribui para revitalizar o clima organizacional e consolidar relações mais sólidas, que sustentam o desempenho das empresas.

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